Cirurgias

Nossos procedimentos cirúrgicos são feitos por profissionais de alta competência e renome no campo da oftalmologia e tudo é realizado com a mais avançada tecnologia, garantindo precisão, segurança e a satisfação aos nossos pacientes.

  • Anel de ferrara ou Anel intraestromal
    Procedimento indicado para os pacientes portadores de ceratocone em evolução. O ceratocone é uma doença que afina e modifica a curvatura da córnea causando a diminuição da acuidade visual. A cirurgia de implante de anel intraestromal visa regularizar estas deformações corneanas, diminuindo ou corrigindo os erros refracionais causados pelo ceratocone.
  • Blefaroplastia
    Trata-se de cirurgia estética para a remoção da pele enrugada e caída das pálpebras superiores e inferiores.Na blefaroplastia superior, remove-se, do centro de cada pálpebra, uma dobra horizontal de pele, de modo que a cicatriz corra ao longo de uma prega natural. Na blefaroplastia inferior, a incisão é feita abaixo das pestanas, de modo que a cicatriz fique na zona de sombra.
  • Botox
    Muito usado em correções estéticas, como suavizar as rugas de expressão ao redor dos olhos. O botox também é usado nos casos de blefaroespasmos, que são contrações involuntárias das pálpebras e da musculatura facial.Quando o blefaroespasmo é constante e se prolonga por vários períodos, pode ser tratado com a aplicação de botox, que alivia as contrações, por meio da paralisia do músculo afetado. O efeito dura de quatro a cinco meses.
  • Calázio
    Calázio é o nome dado ao cisto da pálpebra causado pela inflamação de uma das glândulas que produzem material sebáceo. Os casos mais complicados precisam de intervenção cirúrgica para serem removidos. A cirurgia só pode ser feita após a redução da inflamação inicial.
  • Catarata
    A catarata é uma doença que se caracteriza pela perda progressiva da transparência do cristalino, a lente natural que temos nos olhos. A catarata leva à perda da visão, mas pode ser corrigida cirurgicamente. O procedimento consiste na retirada da catarata e no implante de uma lente intraocular, que funciona como um cristalino artificial.
  • Cirurgia refrativa personalizada
    É a cirurgia que busca corrigir os erros refrativos, ou seja, a miopia, o astigmatismo, a hipermetropia, e, em alguns casos, até a presbiopia. O objetivo é eliminar, ou ao menos diminuir, a dependência do uso de óculos ou lentes de contato. A correção pode ser feita com o uso de laser, para o remodelamento da córnea, ou com um implante de lente intraocular de uso permanente, a depender de cada caso.
  • Estrabismo
    O estrabismo é a perda do paralelismo entre os olhos. Existem três formas de estrabismo: o convergente (desvio de um dos olhos para dentro), o divergente (desvio para fora) e o vertical (um olho fica mais alto ou mais baixo do que o outro). Alguns casos de estrabismo podem ser corrigidos com o uso de óculos, mas outros precisam de intervenção cirúrgica para acertar o equilíbrio entre os músculos oculares.
  • Cirurgias de Glaucoma
    O glaucoma pode ser tratado com cirurgias quando não se consegue o controle clínico, isto é, através do uso de colírios. Existem diversos tipos de cirurgias para este fim, devendo avaliar qual a melhor opção para cada tipo ou fase da doença. O INOB realiza as diversas cirurgias para controle do glaucoma, como trabeculectomia, implante de tubos de drenagem e trabeculotomia (glaucoma congênito).
  • Lasik
    O Laser é aplicado nas camadas intermediárias da córnea, sendo a camada superficial preservada na forma de uma lentícula (FLAP) que será recolocada imediatamente após a aplicação. Em geral, não há necessidade do uso de lente de contato terapêutica no pós-operatório. O paciente vai para casa logo após o procedimento.
  • PDT
    O PDT ou Terapia Fotodinâmica é indicado no tratamento de tumores, cancros e outras deformações de tecido. O tratamento combina o uso de luz, de compostos fotossensíveis e do oxigênio contido no tecido.
  • Pterígio
    O pterígio é uma doença que tem como característica o crescimento de uma membrana sobre a córnea. Essa membrana não é infecciosa, mas prejudica a visão e a estética dos olhos. A membrana pode ser removida de forma cirúrgica e o uso da cola biológica, ao final do procedimento, evita a necessidade de pontos na região dos olhos e diminui o desconforto pós-operatório.
  • Retinopexia com introflexão escleral

    É a cirurgia na qual se coloca uma faixa ou banda de silicone sobre a esclera (parte branca do olho) com a intenção de empurrar a esclera em direção à retina, possibilitando seu retorno para o seu leito habitual. A Retinopexia é realizada por médico oftalmologista especialista em retina cirúrgica e pode ser associada à cirurgia de vitrectomia posterior.

    A principal indicação desta cirurgia é para descolamento de retina. A cirurgia é realizada com duração média de uma a duas horas por meio de anestesia local com sedação ou anestesia geral.

  • Transplante de córnea
    O transplante de córnea é uma cirurgia realizada para a troca deste tecido, quando a córnea perde a transparência ou se torna irregular, piorando a visão do paciente. Esta cirurgia pode ser necessária em casos de ceratocone, úlceras infecciosas de córnea e ectasias pós-cirúrgicas, entre outras causas. A cirurgia é feita trocandcórnea do paciente por outra doada, conseguida a partir da inscrição do paciente nos Bancos de Olhos do País.
  • Tumor de pálpebra
    Na região dos olhos, a pálpebra é o lugar mais comum para a incidência de tumores, sejam eles benignos ou malignos. A remoção destes tumores é feita por meio de cirurgias. Diversas técnicas podem ser utilizadas, dependendo do caso e do tumor.
  • Vitrectomia pars plana

    É a cirurgia realizada para a retirada do vítreo (gel transparente que preenche o fundo de olho), e só é realizada por médico oftalmologista especialista em retina cirúrgica. Hoje utilizamos o mais moderno equipamento para esse tipo de cirurgia, chamado Constelation. A cirurgia é realizada com a técnica de microincisão, sem pontos, em 23 ou 25 gauges.

    A vitrectomia via pars plana é indicada para descolamento de retina, hemorragia do fundo do olho, buraco macular, membrana epirretiniana (pucker macular), retinopatia causada pelo diabetes, complicações de cirurgia da catarata, traumas oculares, presença de corpo estranho intraocular entre outras.

    A cirurgia é realizada com duração média de uma a duas horas por meio de anestesia local com sedação ou anestesia geral.


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